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José Mourinho: Algumas das melhores respostas [Video]

Recordamos agora algumas das melhores frases de José Mourinho em conferências de imprensa quando orientava o Chelsea FC e o Inter.
Amado por uns e odiado por outros, mas sempre em grande estilo:

André Villas-Boas iguala, cedo demais, José Mourinho

André Villas-Boas, treinador do Chelsea FC, perdeu no sábado passado em casa frente ao Arsenal por 5-3, o que levou inevitavelmente a comparações com José Mourinho, mas destavez pelas piores razões, pelos golos sofridos que a sua equipa tem neste momento.

O Chelsea FC já não sofria há mais de vinte anos cinco golos em Stamford Bridge. No entanto, a comparação entre Villas-Boas e Mourinho foca-se nos 15 golos já sofridos pela equipa londrina esta época.

Em apenas dez jogos, a equipa de André Villas-Boas já sofreu 15 golos, exactamente o mesmo número que o Chelsea de José Mourinho sofreu na época 2004/2005, durante toda a temporada.

José Mourinho na sua época de estreia (2004/2005) ao serviço dos Blues, sofreu apenas 15 golos e marcou 72 em 38 jogos, ganhando a Premier League (a primeira liga do Chelsea em 50 anos), bem como a Carling Cup.

Ainda acham que André Villas-Boas pode ultrapassar os feitos alcançados por José Mourinho?

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Mourinho ama o Chelsea

A situação de Carlo Ancelotti no Chelsea, em crise de resultados, levou ontem a comunicação social britânica a intensificar a especulação em torno do regresso de José Mourinho a Stamford Bridge.

Esta terça-feira, o treinador português é citado no “site” da Sky News dizendo que continua apaixonado pelo clube londrino, e o “ataque” tornou-se cerrado.

Questionado sobre se esperava cumprir o contrato com o Real Madrid, Mourinho afirmou:

“Não sei. Amo o Chelsea. Fui o homem mais feliz do Mundo. Pensei que ficaria toda a vida, mas uns meses mais tarde estava na rua. Por isso, nunca se sabe.”

“No Inter encontrei uma família incrível. Então, dois anos depois, senti que tinha chegado ao fim. Quando assino um contrato, faço-o com a intenção de o respeitar e de ser feliz”, acrescentou.

José Mourinho 10 anos de Carreira na SIC

O programa da SIC, José Mourinho – O Melhor Treinador do Mundo, vai para o ar no dia 25 de Novembro depois do Jornal da Noite na SIC

Nesta reportagem especial, vai ser dado todo o destaque aos 10 anos de carreira de José Mourinho.

A SIC está a preparar um programa de uma hora que vai dar a conhecer aos telespectadores os dez anos de carreira, os 17 títulos no palmarés e os episódios mais marcantes de um percurso único, relatados na primeira pessoa e por algumas das principais figuras do futebol.

A não perder!

Mourinho: «Segredo é treinar Real como fazíamos na U. Leiria»

O segredo do sucesso de José Mourinho está na forma como encara o trabalho, sempre igual, seja o clube a U. Leiria ou o Real Madrid, onde está agora.

Se calhar somos estranhos e um bocadinho diferentes. Já falei Silvino, Morais e o Rui e, se calhar, o nosso segredo é treinar no Real como fazíamos no U. Leiria, ou FC Porto“, começou por dizer em entrevista à TVI.

As diferenças acentuam a pressão e, ao mais alto nível, temos de estar libertos dela. Por isso, é pensar que os campos são todos iguais, os jogadores são homens, a bola é redonda. Fazer do futebol uma coisa normal e não diferente“, acrescentou, antes de sublinhar:

A carreira foi numa direcção na qual a etapa seguinte surgia de forma normal. A U. Leiria preparou-nos para o FC Porto, e depois, o Chelsea foi a primeira aventura no estrangeiro.”

O objectivo inicial nesta nova etapa é “conquistar o Real, o clube e estabelecer uma estrutura. Depois, se estivermos cá os quatro anos de contrato, os títulos chegarão com normalidade“, continua, admitindo que “estar dois anos sem ganhar neste clube, faz com que os adeptos estejam ansiosos para ganhar logo na primeira época.

Depois, Mourinho voltou a elogiar Ronaldo: “É um jogador que faz a diferença. Tem de fazê-lo pela qualidade que tem. Começa a jogar como equipa. É um jogador fora do normal, mas não é o superhomem.

Pode ser em 2012 ou 2020

José Mourinho regressou a Stamford Bridge, para observar o Chelsea, o que animou os rumores de um eventual regresso a Inglaterra, no final da época.

No entanto o técnico português garantiu que está feliz no Inter não escondendo que o regresso à Premier League é um desejo que pode esperar.

“Fui feliz em Inglaterra, e quando estive lá, disse que ia voltar um dia. O que significa um dia? Pode ser 2012 ou 2020. O problema é que gostam muito de alterar as minhas palavras. Também disse que era feliz no Inter, e que queria respeitar o meu contrato”, esclareceu Mourinho.

“Chelsea não me preocupa”

José Mourinho desvalorizou ontem o sorteio da Champions que vai opor o Inter à sua anterior equipa, Chelsea: “Não me preocupa, até porque o jogo dos oitavos-de-final é só daqui a dois meses.

Será um jogo contra a minha ex-equipa, ex-jogadores, ex–adeptos, mas para mim são todos ex. Como profissional, vejo a partida dos ‘oitavos’ da mesma forma como se nos tivesse calhado o Man. United ou outro clube“, disse ontem.

Entretanto, e apesar de o presidente do Inter, Massimo Moratti, ter garantido que não vai contratar jogadores na reabertura do mercado, em Janeiro, surgiu ontem na imprensa italiana mais um possível reforço para a defesa nerazzurri: o lateral–esquerdo sérvio Aleksandar Kolarov, da Lazio).

O meu futebol é o futebol inglês

Em entrevista ao jornal «Times», José Mourinho fez uma declaração de amor ao futebol inglês.

É irrealista esperar ficar num clube tanto tempo como o sir Alex, mas estou pronto para a próxima fase da minha carreira. Quero trabalhar com uma perspectiva diferente”, afirmou Mourinho.

Adoro o Inter e gostava de construir o futuro aqui. Estou a fazê-lo, porque não sou egoísta e estou a pensar no futuro em termos de desenvolvimento da formação e da média de idades da equipa“, ressalvou o técnico: “Mas Itália não é o país para isto que quero. O país é Inglaterra. E o meu futebol é o futebol inglês.

Mourinho aproveitou também para recordar os passos e objectivos da sua carreira: “No F.C. Porto, o meu objectivo era ganhar o direito a ir para o estrangeiro. No Chelsea, era fazer um pouco de história. Mas sempre soube que o Chelsea não tinha a normal cultura de estabilidade de Inglaterra.”

Inter é diferente

José Mourinho venceu o Catania mas aproveitou para relembrar que o Inter de Milão, nada tem a ver com o Chelsea ou F.C. Porto.

Somos uma equipa diferente [daquelas duas], com outro perfil de jogadores, que quando chega às competições europeias, para jogar dois ou três encontros, sente fadiga‘, argumentou o treinador do Inter.

Isto faz-me pensar antes de qualquer partida importante da Liga dos Campeões‘, analisou o treinador português, sem revelar se vai rodar a equipa frente ao Dínamo Kiev.

Carlos Daniel: ‘O que se passa, Speciale?’

O texto que se segue foi escrito pelo jornalista Carlos Daniel e publicado no Jornal Record do dia 02/10/2009:

Há algum tempo que me interrogo sobre o que se passa com José Mourinho e o seu Inter de Milão. Um treinador que trabalha como poucos e que ganha como ninguém, não consegue apresentar, ao longo dos últimos meses (e talvez pudesse dizer anos), uma equipa que além de vencer jogos seja capaz de conquistar adeptos. Tempos houve em que perder um jogo do Chelsea (e antes disso do Porto) era como deixar de ver hoje em dia um do Barcelona ou do Arsenal. E ainda por cima era essa a expectativa maior da ida de Mourinho para Itália: vê-lo ganhar de uma forma sedutora como os convencidos resultadistas do futebol italiano nunca viram.

Quem costuma ler o que escrevo sabe que sou admirador incondicional de José Mourinho e que me satisfaço bastante com aquele pequeno prazer de ver a fanfarronice de um patrício que ganha quase sempre na Europa do G8.

Éclaro que os resultados não dão razão aos detratores, mas eu esperava que, ao fim de mais de um ano, Mourinho já tivesse sido capaz de calar os Zeman que lhe chamam medíocre ou os Agroppi que dizem que não levou nada de novo para o calcio. Por muito que Agroppi seja um comentador-treinador duplamente frustrado e ultrapassado e que o checo Zeman nunca tenha aprendido como se diz campeão em italiano.

Averdade é que os meses passam e o Inter não difere muito do de Roberto Mancini: ganha mais vezes que os outros mas raramente encanta. Dou por mim, recorrentemente, a gravar jogos da equipa de Mourinho e a apagá-los depois sem os ter visto.

Na época passada, era evidente que a equipa estava envelhecida (Crespo, Cruz, Dacourt, Figo e até Vieira que lá continua) e tinha falta de criatividade no meio-campo, num plantel que Mourinho quase só herdou. Agora, o plantel está claramente melhor, apesar da perda de Ibrahimovic. No ataque deixou de ter a condução segura do sueco e a alternativa ébria de Adriano para passar a uma dupla de grande fiabilidade com Eto’o e Milito. No meio ganhou a capacidade física de Motta e o talento de Sneijder. Atrás, Lúcio é um super-reforço que caiu como sopa no mel e ao preço da chuva.

Por isso este Inter tem de ser agora menos cínico. Não deixar de ganhar mas mostrar aos italianos que há um outro caminho para as vitórias, que não passa pelo catenaccio nem pelos treinos de ginásio. Até hoje, Mourinho está mais italianizado que o calcio influenciado por Mourinho. Eu esperava o inverso por muito que admitisse ser difícil exigi-lo. No entanto, e neste momento, só se o conseguir é que Mourinho se manterá como o mais brilhante da sua geração, sem ser ofuscado, em particular, pelos triunfos sucessivos e sucessivamente empolgantes de Guardiola.

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